Ibovespa recua 0,48% na semana e fecha aos 132.437 pontos
A queda acompanha o recuo global nas bolsas e o impacto de tarifas dos EUA. Destaque também para o crescimento industrial modesto em junho.
| IBOVESPA -1,02% (173.840,00) | DOLAR -0,08% (5,04) | S&P 500 0,25% (756,48) | Dow 30 0,64% (509,94) | Nasdaq 2,74% (93,52) | Bitcoin 0,65% (73.850,00) | Ethereum 0,99% (2.030,00) | Cboe -3,20% (333,56) | Russell 2000 -0,77% (290,00) | FTSE 100 -0,95% (194,66) | DAX PERFORMANCE-INDEX -0,15% (46,15) | CAC 40 0,54% (50,03) | Nikkei 225 3,57% (1,68) | SSE Composite Index -0,75% (1,33) | Shenzhen Component -0,57% (1,74) | TA-125 0,67% (11.980,00) |
A queda acompanha o recuo global nas bolsas e o impacto de tarifas dos EUA. Destaque também para o crescimento industrial modesto em junho.
Investidores repercutem a decisão do Copom, nova tarifa dos EUA sobre o Brasil e a queda da taxa de desemprego para 5,8%.
Impacto de tarifas afeta empresas, enquanto o dólar cai 1% após payroll dos EUA e o Ibovespa recua.
O índice caiu 0,7% com Copom e tarifas; Usiminas e CSN subiram, mas frigoríficos foram pressionados.
A medida entra em vigor em 7 dias, mas setores como aviação e suco de laranja ficam isentos.
Mercado reage a maior risco político e fiscal; BBAS3 lidera quedas no setor bancário.
Indicador favorece melhora no ambiente econômico e fortalece confiança do consumidor.
Dados fracos alimentam expectativa de afrouxamento monetário no Fed, afetando bolsas globais.
Investidores acompanham resultados do 2º tri com destaque para grandes companhias globais.
Expectativas econômicas para o Brasil seguem desafiadoras com foco no risco fiscal.
Mercado inicia agosto em queda após desaceleração no emprego e novas tarifas de Trump. Amazon decepciona com seus resultados.
Incertezas econômicas e tarifas elevam custos de proteção e aumentam a volatilidade nas opções.
Tarifas impostas por Trump pressionam os mercados; destaque para desempenho contrastante de Apple e Amazon.
Mercado pressiona Fed por cortes após sinais de enfraquecimento econômico e novas tensões com o governo.
Empresas de tecnologia sustentam ganhos com expectativa de crescimento superior ao mercado mais amplo.
Índice de volatilidade dispara com receios sobre economia e tarifas dos EUA.
Mercado questiona sustentabilidade da receita com IA e tecnologias emergentes.
Investidores evitam setores de maior risco em meio à turbulência dos mercados.
Moeda americana tem desempenho robusto em julho, influenciando o câmbio global.
Cenário global segue incerto com foco na política monetária e indicadores econômicos dos EUA.
Fim da trégua tarifária entre China e EUA e divulgação do CPI e PPI nos EUA prometem volatilidade para bitcoin e altcoins.
Bitcoin se manteve estável, mas ether, XRP e BNB caíram cerca de 2% com liquidações em exchanges.
Analistas veem reversão de tendência e retomada do otimismo no setor cripto nos EUA.
Seis empresas ligadas ao setor digital se destacam como oportunidades de médio prazo.
Lista inclui Bitcoin, Ethereum, BNB, Solana e XRP com destaque para capitalização e potencial.
Moedas alternativas mostram forte valorização, mesmo com alta volatilidade do setor.
Mercado cripto sofre com retração de investimentos diante de incertezas econômicas.
Cenário macroeconômico incerto pressiona ativos digitais no início de agosto.
Discursos do Fed devem impactar o apetite dos investidores por ativos digitais neste mês.
Movimentos estratégicos de grandes fundos podem sustentar alta na segunda quinzena de agosto.