Bolsa cai 2% com aumento de tensão política e tarifa dos EUA
O Ibovespa recuou 2% nesta semana, refletindo os impactos das novas tarifas impostas pelos EUA a produtos brasileiros e pela operação da Polícia Federal contra Bolsonaro. O dólar subiu.
| IBOVESPA -1,02% (173.840,00) | DOLAR -0,08% (5,04) | S&P 500 0,25% (756,48) | Dow 30 0,64% (509,94) | Nasdaq 2,74% (93,52) | Bitcoin 0,65% (73.850,00) | Ethereum 0,99% (2.030,00) | Cboe -3,20% (333,56) | Russell 2000 -0,77% (290,00) | FTSE 100 -0,95% (194,66) | DAX PERFORMANCE-INDEX -0,15% (46,15) | CAC 40 0,54% (50,03) | Nikkei 225 3,57% (1,68) | SSE Composite Index -0,75% (1,33) | Shenzhen Component -0,57% (1,74) | TA-125 0,67% (11.980,00) |
O Ibovespa recuou 2% nesta semana, refletindo os impactos das novas tarifas impostas pelos EUA a produtos brasileiros e pela operação da Polícia Federal contra Bolsonaro. O dólar subiu.
A Advocacia-Geral da União solicitou uma investigação para apurar suspeitas de ganho ilícito com oscilações no câmbio antes do anúncio de tarifas americanas.
O presidente da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) pediu desligamento após três anos no posto, em meio ao aumento da volatilidade nos mercados.
Especialistas avaliam que, apesar da volatilidade, as tarifas de Trump sobre exportações brasileiras não devem alterar a tendência positiva para ações e câmbio nacional.
Produtores brasileiros de frutas do Vale do São Francisco temem um colapso caso as tarifas dos EUA entrem em vigor, com perdas já estimadas em US$100 milhões por dia.
O presidente Lula rebateu as ameaças dos EUA, declarou que ninguém está acima da lei e defendeu a independência das instituições brasileiras.
A JBS fez sua estreia na bolsa de Nova York, sinalizando estratégia de expansão internacional e renovando sua comunicação com investidores.
A federação dos bancos se manifestou em defesa do Pix, após a inclusão do sistema brasileiro em uma investigação comercial conduzida pelos EUA.
O receio de novas medidas norte-americanas impulsionou os juros futuros no Brasil, pressionando o mercado doméstico.
O mercado de criptoativos sentiu o impacto global da regulamentação americana, levando a uma correção no preço do Bitcoin.
O governo dos Estados Unidos reforçou a data-limite de 1º de agosto para aplicação de tarifas sobre produtos europeus, enquanto empresas e mercados globais monitoram os próximos passos nas negociações comerciais.
Os investidores aguardam resultados financeiros das gigantes de tecnologia Alphabet e Tesla (parte do grupo conhecido como “Magnificent Seven”), considerados termômetros do momento das bolsas americanas.
Os principais índices americanos subiram ao longo da semana, sustentados por balanços positivos e perspectivas otimistas, mesmo em meio à ameaça de novas tarifas comerciais.
Cresce a expectativa de que os EUA elevem suas tarifas de importação sobre produtos europeus e mexicanos, com negociações tensas e impactos potenciais sobre inflação e margens corporativas globais.
Diversas companhias têm mostrado resiliência, aproveitando o dólar mais forte e ajustando estratégias para lidar com as mudanças de tarifas — destaque para recuperação da guidance da Delta Air Lines e balanços positivos no setor de tecnologia.
Ao menos sete dirigentes do Federal Reserve indicam chances de corte na taxa de juros para setembro, diante da inflação contida e da dinâmica dos preços ao produtor.
As importações desses itens subiram mais de 660% em junho, sinalizando mudanças importantes na cadeia produtiva e possível redução da dependência de outros fornecedores.
Inflação medida pelo CPI e PPI de junho ficou perto ou abaixo das expectativas, apesar dos aumentos de tarifas, trazendo certo alívio para o mercado de ações.
A montadora divulgou estimativa preliminar de prejuízo líquido de US$2,7 bilhões no semestre, atribuído diretamente ao impacto das tarifas sobre importações.
Apesar da volatilidade dos EUA, bolsas europeias e asiáticas mantiveram equilíbrio, com empresas se beneficiando de exportações e crescimento moderado em regiões como Hong Kong e Alemanha.
O Bitcoin ultrapassou US$123.000 pela primeira vez, impulsionado por expectativas de mudanças regulatórias nos EUA e crescimento de ETFs internacionais.
Julho é destaque por conferências globais como ETHCC8, IVS Crypto, Bitcoin Alaska, além de “token unlocks” em projetos como TRUMP, SUI, ARB e outros, potencializando volatilidade e atenção do mercado.
BlackRock anunciou o lançamento de um ETF de Bitcoin voltado ao mercado europeu, sinalizando maior institucionalização e globalização dos criptoativos.
A Ripple revelou que a SEC concluiu sua apelação, eliminando grande parte da incerteza regulatória em torno do token XRP e abrindo espaço para adoção institucional.
O órgão regulador norte-americano promoveu pela primeira vez um debate público para discutir possíveis alterações regulatórias, indicando abertura a revisões de regras e políticas sobre ativos digitais.
Gestoras globais buscam ampliar a oferta de ETFs cripto além do Bitcoin, mirando Solana, Avalanche e XRP, refletindo o crescimento do interesse por tokens alternativos.
A maior bolsa da Alemanha inicia serviços de custódia para BTC e ETH, consolidando o movimento institucional de entrada no mercado cripto.
Projetos como TRUMP, SUI, AVAIL e outros liberam milhões de dólares em tokens neste mês, podendo provocar fortes oscilações nos preços e liquidez dos criptoativos.
A Tether, principal emissor de stablecoins, está em conversas com uma das maiores auditorias globais para finalmente auditar oficialmente as reservas do USDT, crescendo a transparência do setor.
Fundo soberano de Abu Dhabi investe US$2 bilhões para adquirir participação minoritária na Binance, sinalizando confiança institucional crescente nas principais exchanges globais.