Copom surpreende e eleva Selic para 15% ao ano
O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central elevou a taxa Selic para 15% ao ano, contrariando expectativas. O BC sinalizou manutenção dos juros altos por um “período bastante prolongado”.
| IBOVESPA -1,02% (173.840,00) | DOLAR -0,08% (5,04) | S&P 500 0,25% (756,48) | Dow 30 0,64% (509,94) | Nasdaq 2,74% (93,52) | Bitcoin 0,65% (73.850,00) | Ethereum 0,99% (2.030,00) | Cboe -3,20% (333,56) | Russell 2000 -0,77% (290,00) | FTSE 100 -0,95% (194,66) | DAX PERFORMANCE-INDEX -0,15% (46,15) | CAC 40 0,54% (50,03) | Nikkei 225 3,57% (1,68) | SSE Composite Index -0,75% (1,33) | Shenzhen Component -0,57% (1,74) | TA-125 0,67% (11.980,00) |
O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central elevou a taxa Selic para 15% ao ano, contrariando expectativas. O BC sinalizou manutenção dos juros altos por um “período bastante prolongado”.
O Ibovespa terminou a semana praticamente estável, enquanto o dólar caiu 0,26%, cotado a R$ 5,527, refletindo o cenário externo e as decisões do Fed e do Copom.
O índice caiu 1,15% em dia de vencimento de opções, refletindo a alta da Selic e o agravamento do conflito entre Israel e Irã. O dólar avançou no mesmo período.
O Ibovespa atingiu 137.634 pontos, sua máxima histórica, impulsionado pela entrada de capital estrangeiro e valorização de ações, especialmente do setor financeiro.
Bancos como Itaú, BTG e BB, além de seguradoras como Porto e BB Seguridade, lideraram os ganhos no Ibovespa, com várias ações batendo recordes de valorização.
Banco do Brasil saiu das carteiras recomendadas das corretoras após resultados fracos, enquanto o Itaú (ITUB4) manteve posição de destaque nas indicações.
BTG Pactual incluiu SmartFit, Mercado Livre e Nubank na carteira de junho, retirando Caixa Seguridade, Eneva e Banco do Brasil após desempenho abaixo do esperado.
Pesquisa do Bank of America mostra que gestores estrangeiros estão otimistas com o Brasil, mas adotam cautela em relação ao México diante de incertezas fiscais.
As taxas futuras de juros avançaram acompanhando o dólar, em meio às tensões no Oriente Médio e expectativas em torno da política monetária dos EUA.
O preço do ouro caiu na semana após o Federal Reserve adotar discurso mais firme, reduzindo o apelo do ativo como proteção em meio às tensões globais.
O índice Hang Seng lidera os ganhos globais em 2025, com alta de 22,61% no ano, seguido pelo DAXK alemão (+15,42%). O S&P 500 dos EUA também está positivo, refletindo otimismo em mercados desenvolvidos.
S&P 500 caiu 0,2% e Nasdaq 0,5% na sexta-feira, com investidores cautelosos diante da possibilidade de cortes de juros pelo Fed e da indefinição dos EUA sobre envolvimento militar no Irã.
O mercado americano segue atento à escalada entre Irã e Israel, com possíveis impactos sobre ativos de risco e volatilidade nos próximos dias.
O Bitcoin caiu mais de 4% e voltou para US$ 99.237, refletindo realização de lucros e aversão ao risco global.
O Federal Reserve sinalizou cautela sobre cortes de juros e segue monitorando os impactos da inteligência artificial no emprego e na produtividade.
A Tesla anunciou parceria para construir a maior planta de armazenamento de energia do país, ampliando sua presença no mercado chinês.
A exchange de criptomoedas Coinbase transferiu sua sede europeia para Luxemburgo, buscando ambiente regulatório mais favorável.
Fundos negociados em bolsa (ETFs) de ether registraram seis semanas seguidas de captação, indicando renovado interesse institucional em criptoativos.
A Comissão Europeia debate novas medidas para impulsionar o setor de defesa e estimular a economia, em meio à fraqueza do crescimento na zona do euro.
O setor de tecnologia subiu 10,3% em maio, puxando o S&P 500, com destaque para ações como Meta e Alphabet, que seguem descontadas mesmo após forte valorização.
O Bitcoin caiu para cerca de US$ 99.300, a primeira vez em mais de um mês que ficou abaixo de US$ 100 mil, após os EUA bombardearam instalações nucleares iranianas. O mercado cripto como um todo recuou 7% em 24 horas, e o Ethereum caiu quase 10%.
O valor total de mercado das criptomoedas caiu cerca de 7% em 24 horas, refletindo aversão ao risco após escalada militar entre EUA e Irã.
Um ataque hacker atribuído a grupos pró-Israel queimou milhões em BTC e TRX, mas o Bitcoin permaneceu estável, demonstrando maturidade institucional e confiança dos grandes investidores.
Os ETFs spot de Bitcoin, principalmente IBIT (BlackRock) e FBTC (Fidelity), atraíram US$ 2,4 bilhões em aportes em oito dias, enquanto ETFs de Ethereum mostram desaceleração após forte início.
O Ethereum liderou as quedas entre as grandes criptos, recuando quase 10% no dia, com ETFs do ativo registrando apenas US$ 19,1 milhões em novos aportes em um dia recente, indicando menor apetite institucional.
A empresa de biotecnologia Prenetics, listada em Hong Kong, adquiriu 187 BTC a US$ 106.712 cada, consolidando a tendência de empresas asiáticas buscando exposição direta ao Bitcoin.
O valor de mercado das criptos está em fase de consolidação entre US$ 3,2T e US$ 3,4T, com suporte em US$ 3,2T e resistência em US$ 3,52T, enquanto investidores monitoram sinais de recuperação.
Bitcoin, Ethereum, BNB, Solana e XRP seguem como os principais ativos em valor de mercado, com destaque para o crescimento institucional e adoção global.
Empresas como GameStop e MicroStrategy adicionaram mais de US$ 1,75 bilhão em Bitcoin em seus balanços, reforçando o movimento de tesourarias corporativas para criptoativos.
Analistas projetam que cortes de juros nos EUA e aprovação de ETFs de altcoins como Solana podem impulsionar uma nova onda de alta no mercado cripto ainda em 2025.