Mercado financeiro reduz previsão da inflação para 5,55% em 2025
A estimativa para o IPCA caiu de 5,57% para 5,55%, mas ainda permanece acima da meta de 4,5%. Para 2026, a projeção subiu ligeiramente para 4,51%.
| IBOVESPA -0,93% (175.840,00) | DOLAR -1,23% (5,08) | S&P 500 0,35% (751,77) | Dow 30 -0,22% (523,14) | Nasdaq -1,19% (88,03) | Bitcoin 3,35% (64.420,00) | Ethereum 4,30% (1.860,00) | Cboe -0,65% (275,34) | Russell 2000 0,45% (294,85) | FTSE 100 0,36% (196,58) | DAX PERFORMANCE-INDEX 0,13% (228,75) | CAC 40 0,26% (54,06) | Nikkei 225 0,58% (1,72) | SSE Composite Index 1,54% (1,30) | Shenzhen Component 3,01% (1,66) | KOSPI Composite Index -0,72% (2.770,00) | TA-125 0,83% (10.900,00) |
A estimativa para o IPCA caiu de 5,57% para 5,55%, mas ainda permanece acima da meta de 4,5%. Para 2026, a projeção subiu ligeiramente para 4,51%.
O mercado financeiro mantém a expectativa de crescimento de 2% para o PIB brasileiro em 2025, segundo o Boletim Focus.
A taxa básica de juros deve se manter elevada para conter a inflação, com previsão da Selic em 15% ao longo do ano.
O Ibovespa teve alta moderada nesta segunda-feira (28), enquanto o dólar recuou para cerca de R$ 5,68, com alívio nas tensões comerciais globais.
Esta semana será marcada pela divulgação do Caged, da Pnad Contínua e dos resultados do setor público consolidado, referentes a março.
O governo anuncia R$ 36 bilhões em investimentos em rodovias no Paraná, com a presença de autoridades do Banco Central.
Quedas no preço do petróleo e do minério de ferro impactaram ações como Petrobras e Vale, que tiveram movimentos mistos.
Estrangeiros retiraram R$ 3,6 bilhões, enquanto institucionais e pessoas físicas tiveram entradas líquidas de R$ 1,6 bilhão e R$ 1,4 bilhão, respectivamente.
Mesmo com quedas em bolsas internacionais e tensões comerciais, o mercado brasileiro se destaca com alta nos setores financeiro e imobiliário.
O encontro do BRICS no Rio deve gerar uma declaração contra o protecionismo e a favor do comércio multilateral via OMC.
O S&P 500 subiu 0,74%, fechando em 5.525,21 pontos, e o Nasdaq avançou 1,26%, mesmo com incertezas econômicas causadas pelas tarifas dos EUA. Tesla subiu quase 10%, e outras grandes tecnológicas como Nvidia e Meta também tiveram ganhos significativos.
O índice caiu 0,8%, com o Nasdaq caindo 1,2%, enquanto investidores se preparam para o relatório de resultados de mais de 180 empresas do S&P 500, incluindo Amazon, Apple, Meta e Microsoft.
A fabricante de semicondutores reportou ganhos e receita acima do esperado, com ações subindo mais de 8% no pré-mercado após o anúncio.
Após a imposição de tarifas de 10% pelo presidente Trump em 2 de abril, os mercados globais enfrentaram uma queda de mais de US$ 5 trilhões em valor de mercado, com forte pressão nas ações e títulos do Tesouro dos EUA.
O índice subiu mais de 9% em um único dia, impulsionado pela suspensão de tarifas por 90 dias anunciada por Trump, com volume de negociação recorde em 18 anos.
A empresa superou as estimativas do primeiro trimestre e elevou a previsão de lucro para o ano, impulsionada pelas vendas de produtos de tabaco sem fumaça.
Southwest anunciou corte na capacidade para 2025 e revisou para baixo suas projeções de lucro, enquanto American Airlines também retirou suas previsões devido à instabilidade econômica.
Destaques incluem o PIB dos EUA, índice de preços core PCE, dados do ISM e PMI, além de reuniões do Banco do Japão e Banco da Tailândia.
O ouro sobe em meio à incerteza gerada pelas políticas de tarifas dos EUA e tensões globais, consolidando-se como porto seguro para investidores.
O S&P 500 caiu 1,5% no mês, o Dow Jones caiu 4,5%, enquanto o Nasdaq teve leve alta. O índice entrou brevemente em mercado de baixa em 7 de abril, mas recuperou-se parcialmente.
Bitcoin subiu 1,10% para cerca de US$ 94.800 e Ethereum avançou 0,80% para US$ 1.806, com maior liquidez retornando a projetos de menor capitalização, refletindo otimismo crescente após o fim de semana.
Em sua primeira aparição pública, Atkins defendeu regras regulatórias claras e adequadas para criptoativos, destacando que a inovação foi prejudicada pela incerteza regulatória anterior e que há espaço para avançar dentro das regras existentes.
Apesar da correção, o Bitcoin mantém-se acima de US$ 93.000 e o índice de medo e ganância do mercado caiu de 72 para 60, indicando cautela dos investidores, enquanto altcoins como Solana e XRP continuam se destacando.
Com tensões geopolíticas, eventos como a Paris Blockchain Week e sinais técnicos favoráveis no Bitcoin, o mês está sendo apontado como uma janela rara para ganhos expressivos, com possibilidade de BTC chegar a US$ 100 mil antes de junho.
O mercado cripto apresenta forte crescimento e adoção institucional, com Bitcoin mantendo liderança e altcoins como XRP e BNB mostrando potencial de valorização, enquanto stablecoins como Tether garantem estabilidade.
Solana é vista como uma das altcoins em evidência, graças à sua velocidade e baixas taxas, além do suporte de grandes instituições, reforçando seu papel em aplicações Web3 e NFTs.
A adoção institucional crescente fortalece os fundamentos do XRP, que também apresenta sinais técnicos de possível forte valorização no curto prazo.
A melhora no sentimento está ligada à redução das tensões comerciais e à entrada de investidores institucionais, além do suporte técnico em principais criptomoedas.
Compras significativas, como a de US$ 555 milhões por um fundo estratégico, reforçam a confiança no mercado e ajudam a manter a estabilidade do preço do BTC.
Chainlink fortalece seu papel como oráculo confiável para dados off-chain, enquanto Cardano mantém foco em escalabilidade e descentralização, atraindo atenção dos investidores.