Ibovespa avança 0,57% aos 169.802 pontos e dólar fecha estável em R$ 5,1775
Na terça-feira, 9, o Ibovespa ganhou 0,57%, enquanto o dólar caiu 0,04%, para R$ 5,1775, com investidores aguardando a reunião do BC sobre a Selic em 14,50%.
| DOLAR 0,09% (5,07) | S&P 500 1,70% (754,60) | Dow 30 1,13% (519,66) | Nasdaq 3,94% (91,57) | Bitcoin 1,50% (66.710,00) | Ethereum 5,46% (1.830,00) | Cboe 1,00% (297,88) | Russell 2000 0,40% (295,08) | FTSE 100 1,46% (194,50) | DAX PERFORMANCE-INDEX 1,64% (45,71) | CAC 40 -1,15% (52,08) | Nikkei 225 5,65% (1,77) | SSE Composite Index 1,49% (1,34) | Shenzhen Component 2,91% (1,72) | KOSPI Composite Index -5,58% (2.330,00) | TA-125 -2,11% (11.370,00) |
2026-06-15
Resumo semanal com Ibovespa, dólar, inflação, Selic, S&P 500, Nasdaq, ações da B3, Bitcoin e Ethereum em destaque.
Na terça-feira, 9, o Ibovespa ganhou 0,57%, enquanto o dólar caiu 0,04%, para R$ 5,1775, com investidores aguardando a reunião do BC sobre a Selic em 14,50%.
O IBGE divulgou que o IPCA de maio foi de 0,58%, ante 0,67% em abril, com inflação acumulada em 12 meses de 4,72%, acima do teto da meta do Banco Central.
No resumo semanal da MSX, o Ibovespa acumulou alta de 1,25% e o dólar caiu 2,12%, para R$ 5,06, com o IPCA de maio acima do esperado pressionando as expectativas de inflação.
O BC divulgou crescimento de 10% no IBC-Br, mas o Ibovespa perdeu 9% em 30 dias, para 169.019 pontos, e o dólar comercial fechou em R$ 5,1244, com a Selic em 14,50%.
Na quarta-feira, 10, o dólar encerrou em queda de 0,10%, a R$ 5,1721, enquanto o Ibovespa perdeu 0,70%, aos 168.619 pontos, com a inflação dos EUA no radar.
O dólar operou entre a máxima de R$ 5,197 e a mínima de R$ 5,159, enquanto o Ibovespa caiu 0,7%, também pressionado pela saída de recursos estrangeiros do país.
Na sexta-feira, 12, o dólar caiu até R$ 5,0578 na mínima, recuo de 0,80%, enquanto o Ibovespa cedia 0,16%, para 171.227 pontos.
O BC divulgou o Focus com a Selic de 2026 em 12,13%, ante 12,00%, dólar de 2026 em R$ 5,41, na terceira queda consecutiva, e IPCA de 2026 estável em 3,91%.
O Boletim Focus do BC elevou as projeções para Selic, IPCA e PIB de 2026, enquanto o Ibovespa operava fraco diante da perspectiva de juros altos por mais tempo.
A B3 manteve o mercado de ações ativo enquanto investidores monitoravam o Ibovespa, o dólar e a expectativa de manutenção da Selic em 14,50% na próxima reunião.
No resumo semanal, o Nasdaq acumulou alta de 2,4% e o S&P 500 ganhou 0,6%, com o alívio nas tensões geopolíticas impulsionando os mercados de risco.
Na sexta-feira, 12, S&P 500 e Dow Jones registraram leves ganhos em um pregão volátil, impulsionados pela expectativa de um acordo de paz, enquanto a SpaceX preparava o maior IPO da história.
Na sexta-feira, 5, o S&P 500 caiu 2,64%, fechando em 7.383 pontos, e o Nasdaq 100 despencou 4,81% em uma forte queda dos mercados acionários dos EUA.
A Avenue reportou queda de 2,64% do S&P 500, para 7.383, e de 4,18% do Nasdaq, para 25.709, com nova fraqueza nas ações de inteligência artificial.
Na terça-feira, 9, o S&P 500 subiu 0,30%, para 7.405, e o Nasdaq ganhou 0,86%, para 25.929, após a forte correção da sexta-feira anterior.
O S&P 500 subiu 0,13% na sexta-feira, para 6.728,80, mas encerrou a semana em baixa, enquanto o Nasdaq caiu 0,21%, para 23.004,54, com fraqueza nas ações de IA.
No pré-mercado do Nasdaq, a Big Tree Cloud (DSY) disparou 416,30% e a VS Media (VSME) avançou 321,17%, enquanto 695 ações subiam e 1.002 recuavam na NYSE.
A Reuters reportou pressão dos alimentos sobre o IPCA de maio no Brasil, enquanto investidores nos EUA acompanhavam os dados do CPI para avaliar as próximas decisões de juros do Fed.
Em evento em São Paulo, o presidente do BC, Gabriel Galípolo, afirmou que é preciso observar se a tendência de desvalorização do dólar continuará; a moeda caiu 0,18%, para R$ 5,187.
A prévia da inflação de maio foi de 0,62%, desacelerando ante os 0,89% de abril, mas os alimentos continuaram pressionando os preços ao consumidor.
Na terça-feira, 9, o Bitcoin caiu 2,1% em 24 horas, para US$ 62.353, diante da barreira de vendas próxima de US$ 64 mil e da preocupação com saídas de capital dos ETFs.
O Ethereum acompanhou o movimento do Bitcoin, com queda de 2,7%, sendo negociado perto de US$ 1.625 sob a mesma pressão vendedora.
O Cointelegraph reportou a recuperação do Bitcoin para US$ 63 mil em 12 de junho, mas o mercado ainda não mostrava força suficiente para definir uma tendência clara.
O Criptonizando reportou que o Bitcoin saltou para US$ 107.000 na abertura de Wall Street em 12 de junho, revertendo a queda diária após atingir US$ 106.600.
O InfoMoney mantém o acompanhamento das altas e baixas dos mercados de ações e criptomoedas, com Bitcoin e Ethereum entre os principais ativos monitorados.
A Cointribune reúne notícias diárias sobre criptomoedas em português, com análises, preços e tendências do mercado de ativos digitais.
O Portal do Bitcoin acompanhou a volatilidade do Bitcoin, o receio de juros mais altos e investigações policiais envolvendo corretoras, fatores que afetaram o mercado.
O Bitcoin acumulou alta de 16,4% no segundo trimestre de 2026 após encerrar o primeiro trimestre com queda de 22,1%, refletindo a volatilidade do mercado cripto.
O Money Times mantém o acompanhamento do Bitcoin (BTC) e de outras criptomoedas, com preços atualizados e monitoramento da volatilidade do mercado digital.
A publicação Criptoworld, da Inter Invest, destacou o crescimento do mercado de crédito descentralizado em blockchains, com Bitcoin e Ethereum entre os principais ativos.