Ibovespa fecha em queda pela 8ª semana seguida e encerra em 169.019 pontos
O principal índice da B3 caiu 0,77% na sexta-feira 5/6 e acumulou baixa de 2,7% na semana, atingindo menor nível abaixo de 170 mil pontos desde janeiro de 2026.
| IBOVESPA -0,63% (169.220,00) | DOLAR -0,04% (5,17) | S&P 500 -2,65% (737,55) | Dow 30 -0,79% (511,95) | Nasdaq -2,14% (87,01) | Bitcoin 1,47% (61.760,00) | Ethereum 3,68% (1.630,00) | Cboe -1,46% (281,91) | Russell 2000 -3,08% (283,44) | FTSE 100 0,26% (193,92) | DAX PERFORMANCE-INDEX -0,73% (225,25) | CAC 40 -0,28% (82,78) | Nikkei 225 -2,37% (1,69) | SSE Composite Index 0,00% (1,32) | Shenzhen Component -2,34% (1,71) | KOSPI Composite Index 5,60% (2.500,00) | TA-125 0,79% (11.460,00) |
2026-06-08
Resumo semanal com Ibovespa abaixo de 170 mil pontos, dólar, Selic, S&P 500, Nasdaq, ações da B3, Bitcoin e criptomoedas em destaque.
O principal índice da B3 caiu 0,77% na sexta-feira 5/6 e acumulou baixa de 2,7% na semana, atingindo menor nível abaixo de 170 mil pontos desde janeiro de 2026.
Ações de commodities lideraram quedas com Vale recuando para R$ 78,66 e siderúrgicas como Usiminas (USIM5) -2,71% e Gerdau (GGBR4) -1,53% sob pressão.
O índice encerrou segunda-feira 1º/6 em baixa de 0,91%, oscilando entre 171.792,82 e 173.975,31 pontos, com dólar caindo 0,39% para R$ 5,023.
Banco manteve previsão de Selic terminal em 13% ao ano mesmo com deterioração inflacionária, prevendo cortes graduais de 0,25 p.p. pelo Copom e revisou dólar de R$ 5,20 para R$ 4,90.
Índice oscilou entre 170.330,48 pontos na máxima e 168.909,87 na mínima na sexta-feira 5/6, encerrando em 169.019,12 pontos com mercado sensível a juros externos.
Equipe do economista-chefe Caio Megale estima cortes da Selic apenas a partir de maio, mantém Selic terminal em 12% e destaca riscos fiscais e desaceleração econômica.
Inflação do IGP-10 em maio foi de 0,89% acumulando 3,48% no ano e 1,46% em 12 meses, segundo dados da Fundação Getulio Vargas divulgados esta semana.
Petrobras reduzirá preço do diesel a partir de segunda-feira 31/5 com governo federal definindo subsídio de R$ 1,12 por litro até dezembro de 2026.
Ações do setor bancário incluindo B3 (B3SA3) e Itaú (ITUB4) lideraram ganhos enquanto Vale e Petrobras pressionavam o Ibovespa para baixo nesta semana.
Totvs liderou ganhos com alta de 4,16% seguida por Usiminas em 4,04% após recuperação parcial do setor siderúrgico, enquanto Eneva e BB Seguridade também encerraram em alta.
Bolsas dos EUA fecharam em alta na terça-feira 2/6 com Dow Jones em 51.307,79 pontos, S&P 500 em 7.609,90 pontos e Nasdaq em 27.093,90 pontos, renovando recordes pelo 3º dia.
Dow Jones avançou 228,91 pontos (0,45%) para 51.307,79, Nasdaq subiu 7,09 pontos (0,03%) para 27.093,90 e S&P 500 ganhou 9,86 pontos (0,13%) para 7.609,82 pontos.
Bolsa de Nova York fechou positiva na terça-feira 2/6 com otimismo sobre solidez da economia americana, Dow Jones em 51.307,79 pontos, Nasdaq em 27.093,90 e S&P 500 em 7.609,78 pontos.
Mercado reagiu positivamente a dados econômicos com S&P 500 e Nasdaq em fortes ganhos enquanto Dow Jones teve desempenho mais moderado na quarta-feira 4/6.
Bolsas de NY atingiram novos máximos históricos na quarta-feira 27/5 com Dow Jones subindo 0,36%, Nasdaq avançando 0,07% e S&P 500 ganhando 0,02% com otimismo moderado.
Maiores altas do pré-mercado na NYSE foram lideradas por Timken com 58,99%, HPE com 31,45% e Unifi com 17%, enquanto Nasdaq teve Bluejay Diagnostics (BJDX) subindo 163,59%.
Ações com ganhos de +17% na primeira semana de junho incluem Dollar General com 17,06% e ON Semiconductor com 17,90%, prometendo mais desempenho positivo.
Ethereum apresenta variação positiva de 2,32% domingo 7/6/2026 às 12 horas na Espanha, refletindo recuperação do segundo maior ativo cripto do mercado.
Semana de 11-15 maio foi volátil pressionada por juros altos, inflação e tensões geopolíticas com S&P 500 mantendo ganho marginal e Nasdaq negativo em -0,10%.
Preços do petróleo fecharam em queda com barril Brent em US$ 87,36 e WTI em US$ 92,05, enquanto Ibovespa acumulou baixa de 1,37% na semana e 7,22% em maio.
BTC cotado a US$ 71.491 na segunda-feira 1º/6 com queda de 3% em 24h segundo CoinMarketCap, acumulando queda de mais de 8% no mês de maio.
BTC cotado a US$ 67.047 na quarta-feira 3/6 com queda de 2,7% em 24h após tocar US$ 65.400 na madrugada, acumulando queda de mais de 11% em 7 dias segundo CoinMarketCap.
BTC negociado na casa dos US$ 67 mil na manhã de quarta-feira 3/6 após tocar suporte de US$ 66 mil, com mercado global operando no vermelho e 11,6% de queda semanal.
BTC entrou em junho no pior momento do ano caindo 3,5% em maio e aprofundando perdas para abaixo de US$ 70 mil, cotado a US$ 67.700 na terça-feira 2/6 com 22% de queda no ano.
BTC estável em US$ 73.552 na sexta-feira 29/5 com leve alta de 0,4% em 24h, enquanto institucionais aguardam avanço da regulação americana e mercado foca no Oriente Médio.
XRP cotado a 1,31 euros domingo 7/6 com variação de 2,82% diária mas desempenho semanal negativo de -7,01% e anual de -60,99%, refletindo tendência de baixa marcada.
Ripple (XRP) cotado a US$ 2,73 com queda de 1,98% em 24h apesar de aumento de 7,97% no volume para US$ 5,91 bilhões, mantendo-se acima de suportes-chave com semana de -11,17%.
ETH/USD negociado a US$ 1.562,46 na sexta-feira 6/6 às 19h32 com queda de 1,34%, abertura em US$ 1.583,73, mínima de 52 semanas em US$ 1.562,46 e retorno 1M de -42,70%.
SOL ganhou 3,4% nas últimas 24 horas sendo negociada a US$ 88,45 às 15h42 BST em 6 de maio de 2026, superando Bitcoin e Ethereum em desempenho semanal.
Mercado global de criptomoedas opera no vermelho com piora generalizada do sentimento, Bitcoin liderando quedas e altcoins seguindo tendência de baixa na primeira semana de junho.